Calma, leitor! Não se trata de um filme de guerra, de um clássico de terror, nem de uma manchete sensacionalista de jornal (daquelas que, se torcer, sai sangue)... Também não se trata da tradicional roupa do bonachão velhinho que toca a sineta, entra pela chaminé e entrega presentes aos meninos e meninas bem comportados, na véspera da maior festa cristã comemorada em grande parte do planeta. Apesar de estarmos no mês do Ho Ho Ho e da época em que as contas bancárias costumam acabar no vermelho... A cor escarlate, que muitos também associam à cor da paixão, tem aqui outro significado. O vermelho a que me refiro está relacionado à fita-símbolo da campanha de prevenção à Aids, numa época em que as pessoas deixaram de se preocupar com a doença. Sim, porque apesar de ter surgido no final da década de 1980 e ainda ser incurável, as estatísticas comprovam que muitos deixaram de se precaver desde o surgimento do “coquetel” medicamentoso, distribuído gratuitamente nas unidades de saúde. Is...
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